Modelo exibe chapéu de pássaro criado pelo estudante Alexander Huck (à dir.) na semana de Londres
Ratos, passarinhos, gatos e besouros não são as matérias-primas mais comuns de joias, bijuterias e objetos de decoração. Mas para uma nova geração de taxidermistas, animais são de tamanha beleza que, mesmo depois de mortos, devem não só ser preservados, mas exibidos como acessórios de moda.
“Eu adoro animais e acho que eles são muito preciosos. Os humanos geralmente não os tratam com o respeito que merecem”, diz a neozelandesa Julia deVille. “Eu os adorno com metais e pedras preciosas para destacar o valor da vida de todos os seres vivos”, explica. As peças de sua ousada marca DisceMori incluem um porquinho incrustado de cristais, um broche feito com um pássaro e um tapete de gato.
Ratos, passarinhos, gatos e besouros não são as matérias-primas mais comuns de joias, bijuterias e objetos de decoração. Mas para uma nova geração de taxidermistas, animais são de tamanha beleza que, mesmo depois de mortos, devem não só ser preservados, mas exibidos como acessórios de moda.
“Eu adoro animais e acho que eles são muito preciosos. Os humanos geralmente não os tratam com o respeito que merecem”, diz a neozelandesa Julia deVille. “Eu os adorno com metais e pedras preciosas para destacar o valor da vida de todos os seres vivos”, explica. As peças de sua ousada marca DisceMori incluem um porquinho incrustado de cristais, um broche feito com um pássaro e um tapete de gato.


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